POENAVO 2008

POENAVO – 2008

“Sou humano e nada do que é humano me é estranho…” Públio Terêncio – Sec. II A.C.

“ A grandeza nao  consiste em receber honras, mas em merecê-las…” Aristóteles.     

“As pessoas e os grupos sociais tem o direito de serem iguais quando a diferença os inferioriza, e o direito de serem diferentes quando a igualdade os descaracteriza”  Boaventura Santos

“Andar de braços dados com a juventude, é caminhar a passos largos e certeiros rumo ao futuro!”.  Alexandre guedes

“O filósofo e o poeta tem em comum a surpresa  da presença, a indagaçao das origens, a busca dos fins.” F.  Pereira da Nóbrega.      

Somos seres em presenças e  ausencias;

De esquecimento ou memorializaçao das açóes em construtividade…

 

De fortalezas e de fraquezas,

De passado e de construçao do futuro;

 

Dos que venceram os aclives e adversidades ou dos  que foram engolidos pelo tsunami;

 

Dos que nao acreditam mais em discursos irrefutaveis, nem em pragmatismos irresponsáveis.

 

Dos que sao  frutos das possibilidades do querer ser em profundidade, ao dominar o medo…

 

Do sopro da vida que surge de toques magicos,  de dedos ageis na busca da sensaçao tactil do ser proximo e em fusao de sentires… 

        

Da vitalidade da inspiraçao que  surge da voz do silencio, se transformando em um vulcao de incomensuráveis  proporcoes eruptivas, porem adormecido…

 

DA vontade de ser meu bem, sempre evitando a hora dos meus bens…

 

da vida em  viagem para o etéreo, na certeza da reintegraçao da parte com o todo em holistica ereçao rumo ao nosso totemico outro…

 

Dos vinhos, queijos, violinos, pipocas, sorrisos, olhares calidos e candidos, desejos contidos, no saber  que o tempo conspira,  ao deixar as coisas acontecerem na dinamica do “caetaneamento”: É incrivel a força que as coisas tem quando elas precisam acontecer….

 

Da olimpica presença da bem querença;  a certeza quase inclusa de que a vitalidade flui em doses certas de energia.  

 

Da busca  da chama essencial do sentir, em dosimetria  gestual e observancias…

 

Do sentido comedido, em amar-se dando-se para si e para o outro,  em eterna viagem pelo imaginario do futuro…. com pompas e  circunstancias.

 

Da trajetoria existencial em  navegancia,  no mar da insustentavel leveza do ser, sabendo que democratizar o Estado é socializar a politica…

 

De saber que há outros como nós que semeiam sonhos, fermentam possibilidades, produzem  ventos e diluem  tempestades como anjos de paz..….

 

 Ai  de mim,  se nao fosse a inspiraçao para verter este poema, porque sou  humano  e por isso sonhador por  um mundo de justiça, solidariedade  e paz!

 

Poema para se refletir em todos os natais e anos novos… Um  2008 cheio de inspiraçao , amorosidades solidarias e compatilhaçoes de atos de paz. Abs e bjs. Alexandre Guedes Alexandreguedes11@gmail.com

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