UM ESTUDO SOBRE O NATAL – (I)

UM ESTUDO SOBRE O NATAL…

Vou me aventurar a fazer uma viagem filosofica por um dos maiores mitos da chamada civilização judaico- crista…

Todos os anos é a  a mesma coisa:  As pessoas recebem seu décimo terceiro salário e seguem em busca do comercio, buscam presentear outras ou a si mesma com quinquilharias, penduricalhos, bens suntuários, souvernires e outros badulaques…. Parecem formigas  seguindo nas estradas, ruas, avenidas, indo- e- vindo  às lojas, shopping centers e supermercados,   como se fossem guiadas pelo grande condicionamento marketeiro do “compre, compre, compre…. e vc será e fará as pessoas  mais felizes…”.  Agem como abelhas no mel, como formiga no açucar… mas perguntemos sempre  sabendo que é mais difícil fazer as perguntas que tentar responde-las…

“Acaso as crianças duvidavam do que os pais lhes diziam? Claro que não! Aceitavam-no como verdade. E ao leitor, não lhe aconteceu o mesmo? Pare e pense por um momento!

Muitos, nunca se detém para pensar no PORQUÊ acreditam no que acreditam, no PORQUÊ seguem determinados costumes ou de onde eles procedem. Todos nascemos de um mundo cheio de costumes: crescemos acostumados a aceitá-los sem discussão. Por quê? Instinto de ovelha?

Bem mais do que isso. Por natureza temos a tendência de fazer o mesmo que os outros, ainda que estejam errados. As ovelhas seguem em direção ao matadouro, confiantemente, porém, os seres humanos têm a obrigação de examinar o caminho que seguem. ”

Qual a verdade sobre o Natal ? =  Por Joel Pereira

Independentemente das concepções religiosas de cada um, não há ninguém que fique indiferente ao Natal. Há algo que envolve os nossos corações, que ilumina o nosso ser e resplandece a nossa vivência. Mas há muitos falsos mitos sobre o natal. Vamos decifrá-los:

Qual a verdadeira data do Natal ?

Quem eram os magos ? Eram reis ?

Qual a origem do "Pai Natal" ?

E dos presentes ? E da árvore de natal ?

Qual o significado do Natal ?

Neste pequeno estudo, a resposta a estas perguntas.

Introdução

Na tradição da nossa sociedade, o natal correspondia à celebração do nascimento de Jesus Cristo. Hoje, esse facto deixou de ser o ponto central do natal, passando o consumismo – prendas, pai natal e pinheiros – a tomar esse lugar.

Mas será qual a verdadeira data do nascimento de Jesus Cristo ? Será que os primeiros apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do nascimento do seu Mestre ?.

Já agora… qual a razão por que você celebra o natal ?

A maioria das pessoas pressupõe muitas coisas sobre o Natal que são verdadeiros mitos. Vamos abordá-los já de seguida. Antes, porém, considere este estudo não do ponto de vista religioso, antes uma procura de análise objectiva e histórica do natal.

1. Significado etimológico de «natal».

A palavra "Natal" tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta festa teve origem na Igreja Católica Romana e a partir daí expandiu-se ao protestantismo e ao resto do mundo.

2. Origem da celebração do «natal».

Segundo a Enciclopédia Católica, "o Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja… Os primeiros indícios da festa provêm do Egipto (…) os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal".

Não há qualquer registo na Bíblia Sagrada que algum apóstolo ou grupo de cristãos tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário e muito menos comemorado o nascimento de Jesus Cristo. Há contudo duas referências a Faraó (Egipto) e Herodes (autoridade administrativa romana na Judeia) que se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.

Por outro lado, o natal não foi celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, precisamente porque o costume cristão, em geral, era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento.

Foi no século V que a Religião Católica determinou que o nascimento de Jesus Cristo fosse celebrado no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo. Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"… As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã… A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.

Convém, finalmente, considerar que o mundo romano era pagão. Os cristãos até ao século IV, além de serem em pouco número, eram perseguidos. Apenas no século IV o imperador Constantino aceitou o cristianismo. Contudo, porque tinham sido criados em costumes pagãos, dentre as quais 25 de dezembro era a maior das festividades idólatras, não renunciaram a essa mesma festividade, ainda que dando-lhe outra filosofia de comemoração.

3. Qual a verdadeira data do «natal» ?

Jesus Cristo nasceu quando César Augusto decretou o primeiro recenseamento, sendo Cirénio presidente da Síria (Bíblia, S. Lucas. 2:1,2) – e segundo os elementos históricos existentes, tal terá ocorrido cerca do ano 4 a.C.. Lemos no Evangelho segundo S.Lucas 2:4, que Maria e o seu marido José, subiram a Belém para se recensearem e foi nessa cidade que Ele nasceu, cumprindo assim a profecia de Miqueias. 5:2.

Não se sabe o dia em que Jesus nasceu, mas certamente não ocorreu em 25 de Dezembro, uma vez que em Israel, e sobretudo de noite, a temperatura é muito baixa, sendo pois impossível que existissem pastores nos campos depois das chuvas de Outubro (cfr. Bíblia, Livro de Esdras 10:9-13; Cantares de Salomão 2:11), sabendo ainda que os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.

Ora, quando Jesus nasceu, os anjos anunciaram aos pastores a boa-nova (Lc. 2:8-12). Pela mesma razão, certamente que os recenseamentos não se realizavam no Inverno, uma vez que os caminhos eram longos e difíceis. Devemos notar ainda que os judeus eram um povo muito sensível. Se os romanos lhes impusessem uma obrigação, como o recenseamento durante o Inverno, certamente que toda a nação se revoltaria perante tal imposição.

Aliás, se analisarmos a Bíblia diligentemente, concluiremos que a concepção operada, segundo a Bíblia, pelo Espírito Santo em Maria deve ter-se dado no fim de Dezembro ou início de Janeiro, já que Zacarias, o sacerdote, era membro da ordem de Abias (S. Lucas 1:5). A ordem de sacerdotes de Abias era a oitava a servir no templo (1Crónicas. 24:10), servindo oito semanas depois da conclusão da páscoa. A concepção de João ocorreu nesta altura e só no sexto mês (S. Lucas 1:26) o anjo apareceu a Maria – ou seja, talvez no fim Dezembro ou Janeiro. Logo, Jesus terá nascido em Setembro ou, no máximo, em Outubro do ano 04 a.C..

4. Quem eram os «magos» ?

Este é outro facto que cumpre desmistificar. Na tradição da religião Católica, os magos que visitaram Jesus eram três reis. Mas essa tradição parece não corresponder à realidade. A passagem bíblica de S. Mateus 2:1-12 só nos diz que eram magos do Oriente. Podiam ser reis, governadores, magistrados ou conselheiros.

Além disso, a Bíblia também não nos diz o seu número. Eram certamente pelo menos dois, mas cremos que a passagem deixa transparecer que eram muitos mais e a sua comitiva enorme, já que "toda a Jerusalém se perturbou" com a sua chegada. Ora, é impossível uma cidade inteira se perturbar com a chegada de duas ou três pessoas somente.

Além disso, é igualmente mítico que os magos tivessem encontrado Jesus numa mangedoura. Os pastores, sim, encontraram-no, mas os magos do Oriente não vieram a Belém nos dias imediatos ao seu nascimento. A sua ida a Belém deve ter demorado alguns bons meses ou inclusive passando um ano, visto serem do Oriente e as viagens, na época, e sobretudo com a comitiva com que se faziam acompanhar, tornavam difícil a sua deslocação rápida. Aliás, é significativo que o rei Herodes mandou matar todos os meninos de Belém e seus arredores «de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos» (Bíblia, Evangelho de S.Mateus 2:16). Se ordenou a morte das crianças de dois anos para baixo, tal significa que Jesus teria na altura aproximadamente essa idade, não seria ?

5. Qual a origem da «Árvore de Natal» ?

Por que razão é um pinheiro cortado e levado para o interior de uma casa e decorado na época designada de "Natal"? Já alguma vez pensou nisso ?

Pois bem, a história é a seguinte: Bonifácio foi de Inglaterra à Alemanha, no séc. VIII, para ensinar a fé cristã. Em Dezembro, encontrou um grupo de pessoas junto a um cepo de árvore para sacrificar uma criança ao seu deus. Bonifácio imediatamente salvou a criança e após, cortou uma pequena árvore e ofereceu ao grupo como símbolo de vida. Mais tarde, em 1540, Martinho Lutero levou para sua casa um pequeno pinheiro verde que se conservou durante todo o inverno. A partir daí começou a tradição da árvore de natal, enquanto significado da continuação da vida, sabendo que o Cristianismo diz que Jesus é a própria Vida (Evangelho segundo S. João 14:6).

Lemos contudo em Jeremias 10:2-4 – "Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova."

6. Qual a origem do «Pai Natal» ?

O "Pai Natal" existiu. É verdade!.

Foi Nicolau, bispo de Myra, Ásia, no século IV, o qual sendo muito generoso, um dia subiu ao telhado de uma casa e deixou cair pela chaminé uma bolsa com moedas, a qual caiu nos chinelos que as crianças tinham deixado a secar à lareira. Há ainda uma outra história que relata o mesmo ter oferecido, às escondidas, dotes a três filhas de um cidadão pobre. Em sua memória, passou-se a dar presentes na véspera (dia 06 de Janeiro), tendo tal tradição sido transferida para 24 de Dezembro.

7. A troca de presentes.

A tradição cristã invoca a troca de presentes com base nas ofertas que os magos deram quando Cristo nasceu.

É no Evangelho de Mateus que lemos o referido texto:

"Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo. O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo. Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel. Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore. Tendo eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria. E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra."

Convém contudo considerar que os magos não ofereceram prendas por ser o aniversário de Jesus Cristo — pois, como já consideramos, a sua visita terá ocorrido cerca de dois anos após o seu nascimento –, antes, dizia-se, as oferendas tiveram como base o significado da Sua Pessoa para o povo judeu (Rei) e para todas as pessoas do mundo.

A propósito, convém lembrar que os povos do Oriente nunca chegavam na presença de reis ou de grandes personagens sem um presente nas mãos. Assim o fez a Raínha de Sabá perante Salomão. O mesmo fizeram os Portugueses quando da sua expansão dos descobrimentos no século XVI. O mesmo sucede hoje quando alguém estrangeiro visita um Chefe de Estado.

8. Sobre o verdadeiro sentido do Natal

O verdadeiro sentido do Natal resume-se num versículo do Evangelho segundo S. João, que passamos a transcrever: "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, o Senhor Jesus Cristo, para que todo aquele que nele crê, não se perca, mas tenha a vida eterna" (cap. III, versículo 16).

Que possamos compreender este verdadeiro sentido do Natal. Mais do que as festas, as prendas ou o ambiente, importa encontrar o Senhor Jesus Cristo, do Natal e da Cruz, em Pessoa. E isso obtém-se mediante a confissão dos seus pecados e arrepender-se junto a Ele em oração, crendo que Ele é o Único Mediador entre Deus e você e que é Suficiente para o perdoar de toda a injustiça, tornando-o assim filho de Deus.

De onde veio o costume de celebrar o Natal? Da Bíblia ou do paganismo? Eis aqui verdade surpreendente que o alarmará! Faça um teste. Que sabe o leitor sobre a origem da Árvore de Natal, do "Papai Noel", da coroa de azevinho, da acha de Natal, e do costume de trocar presentes?

Era noite de Natal. as crianças com ajuda dos pais, tinham feito o presépio, armado a àrvore de Natal, colocando os sapatinhos na janela e dormido cedo ansiosas pela chegada do Papai Noel (em Portugal conhecido por Pai Natal) carregado de presentes. Ao amanhecer do dia 25 de dezembro deparam-se com muitos embrulhos, brinquedos e doces pendurados na àrvore de Natal, toda iluminada por lâmpadas pisca-piscas e decorada com enfeites cintilantes. Os pais asseguravam-lhes que tudo aquilo fora trazido por Papai Noel durante a noite enquanto dormiam.

Acaso as crianças duvidavam do que os pais lhes diziam? Claro que não! Aceitavam-no como verdade. E ao leitor, não lhe aconteceu o mesmo? Pare e pense por um momento!

Muitos, nunca se detém para pensar no PORQUÊ acreditam no que acreditam, no PORQUÊ seguem determinados costumes ou de onde eles procedem. Todos nascemos de um mundo cheio de costumes: crescemos acostumados a aceitá-los sem discussão. Por quê? Instinto de ovelha?

Bem mais do que isso. Por natureza temos a tendência de fazer o mesmo que os outros, ainda que estejam errados. As ovelhas seguem em direção ao matadouro, confiantemente, porém, os seres humanos têm a obrigação de examinar o caminho que seguem.

9 –  Quando Surgiu o Natal ?

Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro?

Será que os primeiros apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do menino Jesus em 25 de dezembro? Será que alguma vez o celebraram em qualquer outro dia?

Se o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que será que todos os pagãos o celebram também? Você sabe?

Por que nessa época se troca tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Se é por causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus, a resposta poderá surpreender.

A maioria das pessoas "supõe" muitas coisas sobre o Natal que não são verdades. Vamos agora parar de fazer suposições e conhecer os fatos!

A palavra "Natal" tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta festa teve origem na Igreja Católica Romana e daí se expandiu ao protestantismo e ao resto do mundo.

E então, de onde tirou a Igreja Católica Romana? Não saiu do Novo Testamento – Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo – todavia, sabe-se que lentamente foi absorvida do paganismo pela Igreja Católica Romana a partir do quarto século.

Desde que a celebração do Natal foi introduzida ao mundo pela Igreja Católica Romana, e ela é a única autoridade que aprova, vejamos o que diz a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título "Natal".

"O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja… Os primeiros indícios da festa provêm do Egito." "Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal".

Também nas mesmas enciclopédias, sob o tema "Dia do Natal", encontramos que Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: "… Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), que se rejubilam grandemente com o dia em que nasceram neste mundo."

A Enciclopédia Britânica edição de 1946, afirma: "O Natal não era contado nas primeiras festas da Igreja…" "Não foi instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do paganismo."

A Enciclopédia Americana, edição 1944, declara:

"O Natal…não foi, de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A "comunhão", instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o memorial desse acontecimento (isto é, o nascimento de Cristo) no século IV. No século V, a Igreja Ocidental deu origem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo."

Agora veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era – um período maior do que a história inteira do Brasil como uma República independente! Foi absorvida na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã. Senão a partir do século V que a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente como uma festividade cristã!

Jesus não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno!

Quando Jesus nasceu, "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho." (Lucas 2:8)

Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.

Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e am Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a moite.

"Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas", afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370, edição de New York).

A seguir esta mesma autoridade declara: "Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo e tempo que permaneciam fora…" as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de "Marchesvan", que corresponde parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro), descobrimos que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. E como os pastores não haviam ainda recolhido os seus rebanhos, é um argumento provável que outubro não havia ainda nem começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo; nem mesmo poderia ter nascido depois do mês de setembro, já que os rebanhos estavam ainda no campo durante a noite, apenas uma ocorrência cronológica… Veja as citações dos "Talmudistas em Lightfood."

"Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifiaca este fato."

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas autoridades no assunto afirmam, muito embora se eu tivesse espaço disponível neste artigo, mostrar-lhe-ia passagens nas escrituras que, fortemente indicam que foi no começo do outono – provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.

Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja? Como surgiu no mundo ocidental este costume pagão?

A New Schaff-herzog Enciclopedia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o "Natal".

Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"… As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã… A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.

Lembre-se que o mundo romano era pagão. Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada de Constantino, como imperador, que no século IV fez profissão pública de fé cristã, colocando o cristianismo ao mesmonível do paganismo, o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, dentre as quais 25 de dezembro era a maior das festividades idólatras. Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se divertiam! Não queriam renunciá-la!

Este mesmo artigo da enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos religiosos, explica como a apovação dada por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora "convertidos" em massa ao "cristianismo" o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.

E assim foi que "o Natal" se enraizou em nosso mundo Ocidental!

Não importa que usemos outro nome, continua sendo a mesma valha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome" Chame um coelho de leão se quiser, porém continuará sendo um coelho.

E da Enciclopédia Britânica: "A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia de nascimento de 6 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta… ou nascimento do Sol invicto… Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando… que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto."

Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?

O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio!

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde".

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu"dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino"(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Portanto durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino" (Maria após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido segundo as escrituras – Mateus 1:24-25 – "E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS." Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satãnica pagã) especialmente durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem ano após ano esse tema popular da "virgem e o menino".

Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas. nunca investigamos para ver de onde vieram – se vieram da Bíblia, ou da idolatria gentílica.

Causa-nos um choque conhecer a verdade – alguns infelizmente ficam ofendidos diante da pura verdade, porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1 "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão". A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira – João 8:13-16 – "Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro. Respondeu-lhes Jesus: Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo. E, mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou." João 8:30-32 – " Falando ele estas coisas, muitos creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:40-47 – "Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei a verdade que de Deus ouvi; isso Abraão não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai. Replicaram-lhe eles: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus. Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não compreendeis a minha linguagem? é porque não podeis ouvir a minha palavra.

Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes?

Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de Deus."

No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). Portanto os antigos "Mistérios Caldeus" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, tem sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

Alguém dirá: Certamente que o velhinho tão querido, "Papai Noel", não é uma criação pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam!

O nome "Papai Noel" é uma corruptela do nome "São Nicolau" um bispo romano que viveu no século V. Leia na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de sua dádiva oferecida as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…" diz se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo subtituir Papai do Céu.

Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal. Contam-lhes esta tamanha mentira do Papai Noel! Será demais pensar então que muitos deles ao crescerem e conhecerem a verdade, comecem a acreditar também que Deus é um mito?

Um rapazinho, sentindo-se triste e disiludido sobre a verdade de Papai Noel, comentou com o seu companheirinho: "Eles vão ver. Vou investigar também essa história de Jesus Cristo". É um ato cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus declara: "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo." (Êxodo 20:16). Pode ser que pareça certo, e que seja justificável pela razão humana, porém Deus acrescenta: "Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte." (Provérbios 14:12).

O "velinho" de barba branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bonzinho! Satanás também se mostra como "anjo de luz" para enganar! (veja IICo 13:14; Apo. 12:9) Haverá uma conexão?!

E assim, quando examinamos os fatos, ficamos surpreendidos grandemente ao saber que a prática da observância do Natal não é, afinal, uma prática cristã verdadeira, porém um costume pagão – um dos caminhos de babilônia que o mundo continua seguindo!

Deixe um comentário

Arquivado em Não categorizado

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s